Nestes últimos dias tenho vivido, momentos descisivos, traumáticos e conflitantes em minha vida, momentos de descisão e iniciativas, e isso tem me feito pensar, porque pensamos, ou vivemos de uma maneira tão descompromissada com nossos valores...

, mais fortes, que somos pegos pelo nosso ego, e enganados pelo nosso coração de uma maneira tão aterrorizante, e agimos de uma forma otimista, achando que tudo pode dar certo, que nada pode sair errado, vivendo uma verdadeira "utopia real", tão surreal, quantos nossos desejos lançados nos oceanos do nosso inscosciente, onde estão em plena ebulição, aquilo que abominamos.
A verdade passa a ser tornar mentira, e vivemos na mentira, como em um conto de fadas, onde o príncipe, sempre salva a princesa no final...
Um sentimento horrível, nos toma de uma forma tão cruel, dizendo em alto e bom som, que não somos nada, que o que estamos vivendo, não é a vida, mas sim uma ilusão projetada pelo nosso ser, dizendo que podemos fazer qualquer coisa e nos darmos bem no final, pois tudo vai dar certo.
Uma visão cristã equilibrada, juntamente associada, com uma vida devocional assídua, nos leva a separar tais fatos,e optarmos pela mais coerente versão, daquilo que está sendo projetada em nossos olhos e mergulhando nas profundezas de nossa mente, e passamos a perceber, que nem tudo dá certo, que coisas podem dar errado, e temos que saber lidar com esta realidade nua e crua, pois certamente este é um assunto tão cheio e esclarecedor, que nos faz colocarmos os pés no chão, e pedimos ao nosso Mestre misericórida, por muitas vezes vivermos esta utopia.
Em muitas músicas e pregações, ouvimos esta afirmação, meio que equivocada, dizendo que vai dar tudo certo, basta colocarmos a nossa fé em ação, muito cuidado, pois são afirmações antibiblicas, e que cria em nós um comportamento semelhante a mesma afirmação equivocada, e acabamos vivendo o erro em nossas vidas e sofrendo as consequências.



Ontém eu acordei bem cedo, para realizar alguns estudos, e fui tomado por um sentimento enorme de responsabilidade, comecei a pensar o que estava me motivando a acordar às 05:20 da manhã e chegar em casa às 23:40, de ter apenas alguns minutos de conversa com minha esposa antes de realizar algumas leituras e dormir para recomeçar tudo de novo no dia seguinte...




Levanta-se o sol, põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo.




O mundo não muda, Deus não muda, não há nada de diferente durante séculos de história da humanidade, mas uma coisa está em constante mudança, que são as nossas motivações.


As motivações tem escrito a nossa história, quanto maior a motivação, maior a obstinação pelo que queremos alcançar, e isto me fez pensar, sobre o tamanho de minha motivação em estar encarando esta rotina, e percebi que toda ela, está voltada para o reino, e isso me alegra, pois mesmo com os erros da minha vida, a minha motivação é maior, quantas pessoas hoje em dia. tem andado desmotivadas e até mesmo dando fins trágicos as suas vidas devido a diversos problemas...

Durante toda a narrativa bíblica, iremos nos deparar com nosso Deus motivando pessoas, fortalecendo, exortando, enfim, Ele está sempre nos dando injeções divinas, para não desistirmos de realizar a sua vontade, e graças a Deus por isso.



Ontém tive uma aula cativante, estavamos estudando sobre o livro de Romanos, mas de uma hora para a outra, entramos em assunto, muito interessante sobre a pregação do evangelho e seu conteúdo no contexto brasileiro, e chegamos a uma conclusão, que é impossível falarmos do evangelho sem mencionarnos o Cristo, estamos mergulhados em um ambiente cristão, onde as mensagens(pregações) falam sobre tudo, como: saude, esporte, lazer, educação, sexo, etc...

Estão falando sobre tudo, e não vejo problema nisso, mas todas as mensagens devem convergir em Cristo, senão elas perdem sua validade, como pregação cristã, e passam a ser meras palestras, para entretendimento das pessoas, e isso faz a igreja de Jesus, perder o seu caráter cristocêntrico.
As nossas vidas devem ser regidas pela pessoa de Cristo, o nosso coração deve ser cheio de sua presença, para que isso venha transbordar em nossos lábios e em nossas vidas. As palavras de Jesus ecoam, nos 4 cantos de nossa alma, é triste ver o caminho que a igreja brasileira está tomando, mas graças a Deus que ainda há aqueles que não dobraram os seus joelhos ao deus deste século, e se entregaram aos seus caprichos, trazendo mensagems que ao invés de nos trazer o conhecimento de nosso mestre, nos afastam a cada dia mais de seus ensinamentos.

Restante do texto aqui



Esses dias, almocei com um amigo meu, e surgiu no meio da conversa, esta questão de dualidade, mas não de um ponto de vista literal de seu significado, mas sobre realidades sociais opostas, de um lado...

Ficamos estarrecidos com o luxo e a riqueza, e do outro lado, a pobreza em extremo, até tudo bem, pois isso sempre existiu, mas o problema está quando vivenciamos estas duas realidades, em um momento estamos no "céu", e em outro no " inferno", isso nos traz uma sensação única de diferença existencial, e nos faz refletir, qual é o nosso objetivo aqui neste plano, onde caminhamos por rosas e espinhos, quando abraçamos o limpo e o sujo, onde compartilhamos a dor e a alegria de uma forma muita intensa, em ambos os lados, e afinal de contas, de que lado estamos, se somos pobres, porém somos ricos em Cristo, se Somos Ricos, sofremos a ausência de sua presença, quando o mesmo nos domina.
Vivemos em um mundo paralelo, onde o certo é errado, e o errado certo, vivemos em mundo paralelo, quando com a mão esquerda abençoamos e com a esquerda agredimos, vivemos em mundo paralelo quando louvamos a Deus pela manhã, e horas depois amaldiçoamos o nosso próximo. Será que vale a pena termos a ciência de saber de que lados estamos, quando ambos parecem tão distantes e ao mesmo tempo tão pertos, será que na verdade, não somos todos iguais? vivendo em realidades opostas, devido a esta dualidade, que está sempre classificando e apontando as diferenças

Na verdade não tenho respostas, para o mesmo, pois eu só quero acreditar, em só caminho, uma só realidade, que permeia toda a minha vida, e isso me basta.

Marcos Alves



- Meu caro, eu entendo que você é o que chamam de arminiano; e certas pessoas me chamam de calvinista; e por isso mesmo, suponho que as pessoas esperam ver-nos prontos para brigar um contra o outro. Mas, antes de eu consentir em que se dê início ao combate, com sua licença, gostaria de lhe fazer algumas perguntas. Diga-me, por favor: você sente que é uma criatura tão depravada, mas tão depravada que nunca teria pensado em voltar para Deus, se Deus já não tivesse posto isto em seu coração antes?

É verdade, é isso mesmo.

- E você também se sentiria totalmente perdido, se tivesse que recomendar-se a Deus, baseado em alguma coisa que você pudesse fazer; e considera a salvação como algo que se deu exclusivamente pelo sangue e justiça de Cristo?

- Sim, exclusivamente por Cristo.

- Mas então, meu caro, partindo do pressuposto de que você foi inicialmente salvo por Cristo, será que ainda assim você não teria que subseqüentemente, de uma forma ou de outra, salvar-se a si mesmo por suas próprias obras?

- É claro que não, pois eu devo ser salvo por Cristo do princípio ao fim.

- Admitindo, então, que foi inicialmente convertido pela graça de Deus, você, de um modo ou de outro, deve manter-se salvo por seu próprio poder?

- Não.

- Quer dizer, então, que você deve ser sustentado a cada hora e momento por Deus, tal como uma criança nos braços de sua mãe?

- Sim, absolutamente.

- E quer dizer que toda a sua esperança está depositada na graça e misericórdia de Deus para sustentá-lo, até que venha o seu reino celestial?

- Certamente, eu estaria completamente desesperado, se não fosse ele.

- Então, meu caro, com sua permissão vou levantar novamente a minha espada; pois isto não é nada mais nada menos do que o meu Calvinismo; eis aí as minhas teses da eleição, da justificação pela fé, da perseverança final: eis aí, em essência, tudo o que eu defendo, e como o defendo; portanto, se lhe parecer bem, ao invés de ficar tentando descobrir termos ou expressões que sejam bom motivo de briga entre nós, unamo-nos cordialmente naquelas coisas em que concordamos.

Charles Simeon
In: PACKER, J. I. A evangelização e a soberania de Deus.
Foto: Mark Bowman
In: http://www.flickr.com/photos/21002004@N03/2408825834/



Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.

Servir aos interesses de Deus não é ficar orando o dia todo, nem tornar-se santo ou fanático religioso. Servir a Deus é não ser orgulhoso a ponto de se achar o centro do universo, querendo que tudo seja para nós, da forma como queremos. A figura dos reinos oferecidos a Jesus retrata bem o que sempre queremos: levar vantagem em tudo; ser mais que o próximo, custe o que custar.
Adorar a Deus, portanto, significa fazer e querer para quem está ao nosso lado, o que queremos para nós mesmos.

Servir ao Diabo nada mais é do que esquecer que vivemos em sociedade, e prejudicar, com atos ou palavras, quem convive conosco.
O desejo do poder é intrínseco no homem, pois o poder desperta o orgulho, o pai de todos os problemas humanos. Ter poder não é errado. Errado é fazer dele um meio de oprimir quem está abaixo de nós.
E o poder não é só material, mas pode ser moral. Como quando um marido oprime sua esposa devido ao poder financeiro; ou quando os pais oprimem seus filhos, esquecendo-se do diálogo; ou mesmo quando desdenhamos dos mais ignorantes, julgando-nos superiores, devido às oportunidades de aprendizado que tivemos.
Independente da situação, o poder deve ser exercido com humildade e sensatez, e isso só se consegue se o interesse do espírito estiver acima do interesse da matéria.



"Queridos amigos, a mim parece que esse avassalador acúmulo de testemunho bíblico deveria deixar boquiabertos àqueles que ousam rir da doutrina da eleição. Que poderíamos dizer a respeito daqueles que tão frequentemente têm desprezado essa doutrina, e negado a sua origem divina, que têm escarnecido de sua justiça e têm ousado desafiar ao próprio Deus, intitulando-O de tirano todo-poderoso, ao ouvirem dizer que Ele escolheu certo número de seres humanos para a vida eterna? Ó rejeitador da verdade, podes realmente extirpar da Bíblia essa verdade? Podes brandir o canivete de Jeudi e arrancar essa verdade da Palavra de Deus? Preferirias ser semelhante àquela mulher, aos pés de Salomão, que estava disposta a ver a criancinha partida pelo meio, a fim de ficar com a sua metade? Porventura, não é clara a existência dessa doutrina aqui nas Escrituras? E não faz parte do teu dever te inclinares diante da verdade, aceitando humildemente o que por acaso ainda não pudeste entender dela? — e dando-lhe acolhida, embora não possas compreender todo o seu significado?

Não tentarei provar a justiça de Deus, por haver Ele escolhido a alguns para a salvação e ter deixado outros de lado. Não cabe a mim vindicar o meu Senhor. Ele falará por Si mesmo. E Ele efetivamente o faz, dizendo: "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro para desonra?" (Romanos 9:20, 21). Além disso, lemos: "Ai daquele que diz ao pai: Por que geras? e à mulher: Por que dás à luz?" (Isaías 45:10). Eu sou o Senhor, teu Deus, eu crio a luz e crio as trevas. Sou o Senhor de todas as coisas. Quem és tu, que replicas a Deus? Estremece e beija o Seu cetro; prostra-te e submete-te diante de Sua vara; não impugnes a Sua justiça, e nem queiras julgar os Seus atos diante do teu próprio tribunal, ó homem!

Não obstante, há alguns que objetam: "muito difícil aceitar que Deus tenha escolhido a alguns e tenha deixado a outros!" Ora, é por esta altura de minha exposição que desejo fazer a vocês uma indagação: Há algum de vocês aqui que deseja ser santo, que deseja ser regenerado, que deseja abandonar o pecado e andar em santidade? E alguém poderia responder-me: "Sim, eu quero!" Pois muito bem, nesse caso, Deus escolheu a esse alguém. Mas eis que uma outra pessoa talvez replique: "Não, eu não quero ser santo, e nem quero desistir das minhas paixões e dos meus vícios!" Neste último caso, retruco: Por que, então, você fica aí se queixando do fato de que Deus não o escolheu? Pois se você tivesse sido escolhido, não estaria apreciando o fato de ter sido eleito, de acordo com a sua própria confissão. Se Deus lhe tivesse escolhido para a santidade, ainda nesta manhã você teria acabado de afirmar que não se importaria nem um pouco com isso!

Porventura, você já reconheceu que prefere viver no alcoolismo, e não na sobriedade, que prefere viver na desonestidade, e não na honestidade? Você ama mais aos prazeres mundanos do que à piedade cristã. Assim sendo, por qual razão você fica murmurando diante do fato de que Deus não o escolheu para a piedade? Se porventura você ama a piedade, então é que Deus o escolheu para viver piedosamente. Em caso contrário, quais direitos você tem para dizer que Deus lhe deveria ter dado aquilo que você não deseja?

Suponhamos que eu tivesse aqui, em minha mão, alguma coisa a que você não desse valor, e eu dissesse que a daria a esta ou àquela pessoa. Nesse caso, você não teria qualquer direito de queixar-se do fato de que eu não a oferecera a você. Você não seria tão insensato a ponto de murmurar que aquela outra pessoa obteve aquilo que não lhe interessa nem um pouco. De conformidade com as suas próprias confissões, muitos de vocês não apreciam a piedade cristã, não querem ser donos de um coração renovado e nem de um espírito reto, não querem receber o perdão dos pecados e nem querem experimentar a santificação. E isso quer dizer, por sua vez, que vocês não gostariam de ter sido escollidos para essas realidades espirituais. Assim, pois, do que vocês ainda estão se queixando? Vocês consideram todas essas coisas como se fossem apenas lixo. E por qual motivo haveriam de queixar-se de Deus, o qual outorgou essas mesmas coisas àqueles a quem Ele escolheu?

Mas, se vocês acreditam que essas coisas são boas, e se chegam a desejá-las, então elas estão à disposição de vocês. Deus as dá liberalmente para todos aqueles que as desejam. Porém, antes de mais nada, Ele faz com que tais indivíduos realmente desejem essas bênçãos, porquanto, do contrário, jamais poderiam desejá-las. O grande fato é que se vocês chegarem a amar a essas realidades, então é porque Deus terá escolhido vocês para as receberem, e vocês poderão obtê-las. Mas, por outro lado, se vocês não desejam tais bênçãos, quem são vocês para descobrirem alguma falta em Deus, quando é a própria vontade obstinada de vocês que os impede de dar valor a essas coisas - quando é o próprio "eu" de vocês que os leva a odiarem essas bênçãos?

Suponhamos que um homem qualquer, lá na rua, dissesse: "Que vergonha que não me tenha sido garantido um assento no auditório, para eu ouvir o que esse pregador tem para dizer. Não posso tolerar a doutrina dele; e, no entanto, é uma vergonha que eu não tenha nenhum assento reservado ali!" Algum de vocês esperaria ouvir um homem qualquer dizer coisas dessa natureza? Não, pois todos vocês replicariam prontamente: "Aquele homem não se importa com essa oportunidade". Por qual motivo ele se sentiria perturbado porque outras pessoas possuem aquilo a que elas dão valor, mas que ele mesmo despreza? Você não aprecia a santidade; você não aprecia a retidão. E se Deus me escolheu para essas coisas, isso deixa você ofendido?"



Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro.Salmos 39:5
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento


Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros. Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Calamos-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso 'porque não estamos acostumados com isso' e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos. E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos dos outros, da vida, de nós mesmos. Consumimos-nos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa... Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: "E agora?".
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor



Hoje acordei bem cedo, e liguei a televisão e vi uma reportagem que elucidou o amor de Deus de uma forma muita clara, trata-se de uma menina de 9 anos, que há tempos vinha recebendo maus tratos de sua mãe, em seu corpo, ela carregava as marcas da Violência, e o repórter perguntou a menina se ela gostava de sua mãe, e ela emocionadamente respondeu ao repórter, que amava a sua mãe, e só não gostava, quando ela era agredida.


... "Será que uma mãe pode esquecer o seu bebê? Será que pode deixar de amar o seu próprio filho? Mesmo que isso acontecesse, eu nunca esqueceria vocês"
Isaías 49:15
Deus está demonstrando o seu amor por nós, de uma forma, que nunca iremos entender, como esta menina, que mesmo em meio a adversidade e a dor, permanece irresistível.

É o amor que, por mais que tenha altas expectativas, não espera algo em retorno para começar a amar. Ele não depende da ação de outrem para ativar-se, como se só amasse porque recebeu amor. O amor de Deus vem como água apagando o fogo dos nossos pensamentos errôneos a respeito dEle; é o amor que “nos amou primeiro” (1 João 4:19). Amor ágape. Amor incondicional – onde quer que estejamos, independente da forma que nos encontramos.
Deus amou Davi mesmo quando ele adulterou. Em amor, Deus perdoou Davi no mesmo instante que este se arrependeu. Quando nasceu-lhe o segundo filho da mulher com quem Davi tinha adulterado, Deus deu-lhe o nome de Jedidias – “Amado do Senhor”. Apesar de não aprovar o adultério de Davi, Seu amor o perseguiu, alcançou e o resgatou. O amor que esteve presente na escuridão da caverna que escondia-se o valente Elias com medo da morte foi o mesmo amor em Jesus pelos cobradores de impostos que roubavam, pelas prostitutas, mentirosos, crianças e até pelo ladrão da cruz. Amor que confortou e encorajou com uma brisa suave, apesar do medo que controlava o coração de Elias. Amor que transformou e salvou os “pecadores” entre os “justos” pois estava em ação antes de qualquer um deles arrepender-se. Amor que também oferecia uma nova vida aos que se classificavam “justos”. As palavras “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem” refletiam não as “boas obras” que não podem salvar, mas o amor de Deus que sabia que os “justos” estavam perdidos.
Deus não necessita de uma razão para nos amar. Mas se você ainda insiste existir uma razão para o amor de Deus, quero te dizer que não há nada que faças para que Ele começe a te amar e nada para Ele parar de te amar. Eis o porque: nas palavras de Malcom Smith,“Deus não te ama porque você está aqui; você está aqui porque Deus te amou em existência”. Assim é o amor de Deus: Constrangedor... Irresistível

Marcos Alves



Estes ultimos dias, tem sido para mim, bastante edificantes, tive a oportunidade de conhecer 2 pessoas fora de série, o primeiro se chama Ronaldo Lidório e outro Ariovaldo Ramos, e descobri o quanto estava distante do verdadeiro significado da graça de Deus em minha vida.

Quantos paradigmas foram quebrados em minha vida, e redescobri, mas de uma maneira maravilhosa a missão de Deus de em minha vida ( Missio Dei). Vejo a importância de uma fé reformada com muito conteudo missional e Teológico, minhas convicções a cerca do sagrado, foram fortalecidas de uma maneira que não tenho palavras para descrever, o que está ocorrendo em meu ser.

De fato a graça de Deus, é muito mais daquilo que pensamos, é um mergulho nas dimensões sacrificiais do amor de Deus. Se me perguntarem se fiquei mais crente, eu respondo, nem um pouco, mas com certeza, estou mais próximo de estar parecido com Jesus.

A graça de Deus, é a manifestação do Filho, diretamente em nossas vidas, de uma forma sobrenatural e incompreensível, para que o homem venha reconhece-Lo e glorificá-Lo, em sua beleza. Espero irmãos corresponder a este amor, no qual me deixa constrangido, pois quando olho para mim, só consigo enxergar a distância que eu tenho desta graça, mas sei que quando Deus me olha, Ele olha de dentro de minha alma, e me diz com sua doce voz, estou perto de você.
Marcos Alves


Hoje recebi um comentário, de um amigo meu, chamado André, para escrever algo de minha autoria, na verdade, tenho vários textos de minha autoria, no qual reservava, somente ao meu coração, mas esse pedido despertou em mim o desejo de compartilhar os meus pensamentos, que muitas vezes, acho meio confuso, mas talvez vocês achem diferente, então vai o primeiro:


Filho pródigo

Lembro-me como se fosse ontem, seus olhos brilhantes e jubilosos espelhavam as suas intenções, eu nunca iria imaginar a cerca de sua descisão, aquele dia pareceu um ano, de tão longo que foi para todos naquela casa, custamos a entender, mas era aquilo mesmo, estávamos perdendo o que era a nossa alegria, estava perdendo meu irmão.

Naquele dia, parece que me lembrei de todos os nossos momentos, nossas brincadeiras no quintal de casa, todas as vezes que eu o protegi, que dor.

Nunca conseguiria entender o porquê de sua descisão, mas era aquilo mesmo, a sua parte na herança lhe foi dada e o mundo a sua frente, não parecia ter fim; Os dias se passarão, e sua ausência foi sentida por todos, não sabíamos do seu paradeiro, meu pai todos os dias se dirigia ao seu quarto e orava ao seu Deus, para guardá-lo, do meu quarto escutava toda a sua oração, mas para mim foi diferente, eu não conseguia compreender o que se passara em meu coração, pois eu não tinha mais sentimentos de saudade, ou dor, meu pai sempre estava relembrando dele, mas eu me sentia traído, o seu ato foi horrível, levávamos uma vida feliz, e não tinha motivos aparentes para ele nos abandonar, eu jamais poderia perdoá-lo, pois literalmente ele nos traiu.

A vida continuou para todos nós da fazenda, sobre mim, porém, já tinha excluído meu irmão de minhas lembranças, mas certo dia enquanto eu estava no arado, ao longe enxerguei um grande alvoroço na fazenda, todos corriam de um lado para o outro, e não conseguia entender, e aproximando-se de casa, um de nossos criados me abordou e perguntou se eu já sabia o que estava acontecendo, imediatamente lhe indaguei o que estava havendo, e prontamente ele me respondeu que meu irmão tinha retornado a casa, e que meu pai o tinha recebido com muita alegria e lhe oferecido um grande banquete, naquela mesma hora, meu coração se encheu de ódio e indignação, pois eu não podia acreditar no que estava acontecendo, como meu pai o podia receber com tanta alegria, até lhe oferecer um banquete sem lhe aplicar um castigo severo, sem mesmo lhe indagar onde ele estava eu não tinha coragem de entrar naquela casa, e ver aquela cena, pois jamais poderia lhe perdoar, fiquei ali mesmo onde estava, quando meu pai saiu pela porta, e me chamou para conversar, e disse-me palavras muitas bonitas e cativantes, mas infelizmente não me convenceram, pois meu coração estava distante...

Marcos Alves

Calar por amor ou falar por causa da verdade?

Quem se cala diante do pecado, da injustiça e de falsas doutrinas não ama de verdade. A Bíblia diz que o amor "...não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade" (1 Co 13.6). Deveríamos orar muito por sabedoria e, com amor ainda maior, chamar a atenção para a verdade e não tolerar a injustiça.

Ao estar em jogo a verdade, Estevão argumentou, mas sempre em amor a seu povo e com temor diante da verdade em Cristo. O apóstolo Paulo estava disposto a ser considerado maldito por amor ao seu povo, mas não cedia um milímetro quando se tratava da verdade em Cristo. Jesus amou como nenhum outro sobre a terra, mas assim mesmo pronunciou duras palavras de ameaça contra o povo incrédulo, que seguia mais as tradições e as próprias leis do que a Palavra de Deus. O Dr. John Charles Ryle, bispo anglicano de Liverpool que viveu de 1816 a 1900, certa vez disse assim:

Controvérsias religiosas são desagradáveis

Já é extremamente difícil vencer o diabo, o mundo e a carne sem ainda enfrentar conflitos internos no próprio arraial. Mas pior do que discutir é tolerar falsas doutrinas sem protesto e sem contestação. A Reforma Protestante só foi vitoriosa porque houve discussões. Se fosse correta a opinião de certas pessoas que amam a paz acima de tudo, nunca teríamos tido a Reforma. Por amor à paz deveríamos adorar a virgem Maria e nos curvar diante de imagens e relíquias até o dia de hoje. O apóstolo Paulo foi a personalidade mais agitadora em todo o livro de Atos, e por isso foi espancado com varas, apedrejado e deixado como morto, acorrentado e lançado na prisão, arrastado diante das autoridades, e só por pouco escapou de uma tentativa de assassinato. Suas convicções eram tão decididas que os judeus incrédulos de Tessalônica se queixaram: "Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui" (At 17.6). Deus tenha misericórdia dos pastores cujo alvo principal é o crescimento das suas organizações e a manutenção da paz e da harmonia. Eles até poderão fugir das polêmicas, mas não escaparão do tribunal de Cristo. (de: "Alle Wege führen nach Rom")